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Olá! Meu nome é Alessandra.

Mas pode me chamar de Ale ;)

Sou UX Researcher e Psicóloga e, desde 2018, ajudo empresas e equipes a compreender melhor as pessoas por trás de seus produtos, serviços e decisões.

 

Minha formação em Psicologia, à especialização em Design Thinking pela Echos, me permite investigar problemas por diferentes perspectivas: comportamento humano, experiência, contexto e negócio.

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Ao longo dessa trajetória, conduzi pesquisas estratégicas em diferentes setores e contextos de alta complexidade, participando de todo o processo, da definição do problema e desenho do estudo à pesquisa de campo, análise, síntese e apresentação dos resultados para stakeholders e lideranças.

 

Mais do que produzir insights, meu trabalho é transformar evidências em clareza para que equipes saibam o que fazer a partir delas.

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Cada projeto e cada cliente reforçaram uma convicção que construí ao longo da minha trajetória: boas decisões começam quando conseguimos enxergar o problema real pelas perspectivas das pessoas, do negócio e do contexto em que ambos existem.

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O que eu faço

Investigo, conecto perspectivas e crio espaços para que equipes consigam avançar diante de problemas complexos.

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Pesquisas

​Estruturo e conduzo pesquisas estratégicas ao longo de todo o ciclo de vida do produto, combinando métodos qualitativos e quantitativos conforme o contexto e a decisão em jogo. Meu foco está em reduzir incertezas, orientar priorizações e apoiar times de produto, design e negócio na tomada de decisões mais seguras e fundamentadas.

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Workshops

​Desenho e facilito workshops estratégicos para alinhamento, ideação e definição de prioridades, conectando dados de pesquisa a decisões práticas de produto. Atuo tanto em formatos presenciais quanto remotos, criando espaços colaborativos que aceleram consensos, explicitam trade-offs e destravam próximos passos.

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Palestras

Desenvolvo e conduzo palestras e talks em temas como Design Thinking, Pesquisa em UX, Comunicação Não Violenta e Feedforward, com foco na aplicação prática no dia a dia das equipes. Os conteúdos são criados e adaptados à realidade de cada projeto, apoiando a internalização de conceitos e o fortalecimento da autonomia dos times.

Métodos utilizados

Combino metodologias para trazer os melhores insights para sua estratégia de negócio.

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Entrevistas individuais

Grupos focais

Pesquisas exploratórias

Personas

Card sorting

Testes de usabilidade

Testes de conceito

Testes A|B

Análises heurísticas

Questionários

Benchmarking direto

Análise web/app

Pesquisa de tendências

NPS e CSAT

Workshops de co-criação de produtos

Projetos Selecionados

Pesquisa exploratória

Uma empresa do setor de saúde enfrentava uma questão estratégica: apesar dos benefícios clínicos de seus dispositivos para cirurgias cardíacas menos invasivas, a adoção permanecia inconsistente. Antes de continuar investindo no produto, precisávamos responder a uma pergunta fundamental:

O que realmente estava impedindo sua adoção do produto?

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Em três semanas, conduzimos uma pesquisa qualitativa combinando grupos focais com o time de vendas, observação etnográfica e entrevistas com diferentes atores do ecossistema de saúde. Trabalhei em colaboração com outros três pesquisadores para investigar o problema por múltiplas perspectivas e compreender não apenas a experiência com o dispositivo, mas o sistema de decisões ao redor dele.

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O que descobrimos

A pesquisa revelou um conjunto de fricções sistêmicas: treinamentos pouco compatíveis com a rotina hospitalar, percepções distorcidas sobre o impacto clínico no pós-operatório e modelos de remuneração que, em determinados contextos, desincentivavam procedimentos menos invasivos.

O que inicialmente parecia ser um problema de produto era, na realidade, um problema de ecossistema.

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Impacto

A descoberta mudou a direção da discussão.

Em vez de concentrar investimentos apenas em melhorias do dispositivo, a empresa passou a considerar comunicação, treinamento, relacionamento com stakeholders e incentivos como partes fundamentais da estratégia de adoção.

A pesquisa evitou que a organização investisse na solução certa para o problema errado.

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Testes de usabilidade

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O Convert+, aplicativo utilizado pelo time comercial em todo o Brasil, receberia um novo fluxo de análise de crédito justamente em um dos momentos mais delicados da jornada: a negociação entre vendedor e cliente.

O desafio ia além de saber se os vendedores conseguiam navegar pelo fluxo. Precisávamos entender:

Eles conseguiriam comunicar uma reprovação/aprovação de crédito sem comprometer a confiança do cliente e colocar a venda em risco?

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Conduzimos testes de usabilidade em situações próximas ao contexto real de atendimento, observando navegação, compreensão, linguagem, reações emocionais e estratégias utilizadas pelos vendedores durante a negociação.

Participei da definição dos cenários críticos, estruturação das tarefas e síntese dos aprendizados junto aos times de Produto e Design.

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O que descobrimos

Mensagens negativas, critérios pouco transparentes, hierarquia confusa das ações e instabilidades técnicas criavam insegurança justamente quando o vendedor precisava transmitir confiança ao cliente.

O produto funcionava do ponto de vista operacional, mas fragilizava a conversa comercial.

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Impacto

Os resultados direcionaram melhorias na linguagem, hierarquia das informações e lógica do fluxo antes de sua expansão.

Mais do que corrigir problemas de interface, a pesquisa mostrou que a experiência precisava proteger algo que não aparecia na tela: a confiança entre vendedor e cliente.

Workshop de produto

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Um hospital e maternidade de São Paulo precisava desenvolver uma nova solução digital em um ambiente altamente regulado. Cumprir as exigências do Ministério da Saúde era obrigatório. Mas existia outro risco igualmente importante: criar uma solução tecnicamente correta e operacionalmente inviável para médicos e enfermeiros.

 

Estruturei uma jornada que combinou entrevistas, observação de campo e um workshop baseado em Lean Inception.

O objetivo era colocar regulação, necessidades clínicas, restrições técnicas e objetivos de negócio na mesma conversa antes do início do desenvolvimento.

Liderei a iniciativa de ponta a ponta, desde a estratégia de pesquisa e alinhamento dos stakeholders até a facilitação do workshop e apresentação das recomendações para lideranças locais e globais, em português e inglês.

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As evidências de campo permitiram identificar fluxos clínicos inegociáveis, compreender onde as exigências regulatórias impactavam diretamente a experiência e separar necessidades essenciais de funcionalidades que poderiam esperar.

O workshop transformou essas diferentes perspectivas em uma visão compartilhada do produto e em prioridades claras para o MVP.

Impacto

A iniciativa permitiu antecipar riscos técnicos e operacionais antes do desenvolvimento, reduzir resistência interna e acelerar decisões sobre o lançamento.

O resultado não foi apenas um MVP priorizado. Foi um entendimento compartilhado sobre o que precisava funcionar para que o produto pudesse existir na prática.

Além disso...

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Em 2025, conduzi voluntariamente uma pesquisa em Psicologia Esportiva para o CTC 3 Pilares com uma pergunta inicial bastante simples: quem são as pessoas que fazem parte dessa comunidade e o que elas precisam para cuidar melhor de sua saúde?

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Combinei levantamento demográfico, pesquisa exploratória e NPS e alcancei 129 participantes, o equivalente a 64,5% dos alunos matriculados, com idades entre 17 e 92 anos.

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Os dados revelaram uma comunidade altamente engajada e com forte vínculo emocional com o espaço, mas também trouxeram à superfície necessidades que não eram tão visíveis no cotidiano: dores crônicas, questões relacionadas à saúde mental, dificuldades de adesão aos exercícios e oportunidades de ampliar o acolhimento.

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A pesquisa ofereceu à responsável pela instituição uma visão estruturada de uma comunidade que ela conhecia profundamente pela convivência, mas que nunca havia observado através dos dados.

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Pesquisar significa tornar visível aquilo que estava presente, mas ainda não tinha nome.

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" O que as pessoas dizem, o que as pessoas fazem e o que elas dizem que fazem; são coisas inteiramente diferentes."
 

Margaret Mead

Antropóloga Norte-americana

Alessandra Gomiero desde 2018 © Todos os direitos reservados

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